Vamos lá escrever em azulinho, cor da esperança, em "deitadinho" para tentarmos passar despercebidos. Bom, aqui para nós e dado o (relativo) adiantado da hora nem sei bem o que estou aqui a escrever. Por isso, perdoem a este monge copista de trazer por casa e cá vai disto.
Verdade, verdadinha, apetece-me falar mal de tudo....até de mim (porque não; também sou gente).
Claro que já devia estar a dormir, como um menino bonito.Mas acontece que já não sou menino e muito menos bonito. Aliás acho que tenho uma beleza de cavalo arrependido. Pronto, está lançado o discurso do disparate.
A bem dizer, e antes que isto descambe em coisa pior, o melhor é ir vestir o pijaminha e enterrar-me no vale dos lençóis. E amanhã volto menos eriçado ou ouriçado, tanto faz.
Manda o bom senso, que me falta tantas vezes, que assim seja.
Enfim, melhores dias virão (e não tende pena de mim porque isto é só o principio de uma brilhante carreira de troglodita de pé rachado).
Assina, curvado e venerando.
Guiseppe Estroncio
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
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