Vamos lá escrever em azulinho, cor da esperança, em "deitadinho" para tentarmos passar despercebidos. Bom, aqui para nós e dado o (relativo) adiantado da hora nem sei bem o que estou aqui a escrever. Por isso, perdoem a este monge copista de trazer por casa e cá vai disto.
Verdade, verdadinha, apetece-me falar mal de tudo....até de mim (porque não; também sou gente).
Claro que já devia estar a dormir, como um menino bonito.Mas acontece que já não sou menino e muito menos bonito. Aliás acho que tenho uma beleza de cavalo arrependido. Pronto, está lançado o discurso do disparate.
A bem dizer, e antes que isto descambe em coisa pior, o melhor é ir vestir o pijaminha e enterrar-me no vale dos lençóis. E amanhã volto menos eriçado ou ouriçado, tanto faz.
Manda o bom senso, que me falta tantas vezes, que assim seja.
Enfim, melhores dias virão (e não tende pena de mim porque isto é só o principio de uma brilhante carreira de troglodita de pé rachado).
Assina, curvado e venerando.
Guiseppe Estroncio
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Contamos Consigo
Drª Ana Jorge, Exmª Srª Ministra da Saúde, estamos esperançados de olhos em si e nas medidas que irá tomar para bem da saúde de todos nós, incluindo as várias classes profissionais que (embora tantas vezes mal tratadas) bem tentam contribuir, tantas vezes de forma estóica e com poucos meios, para que todos tenham acesso a uma assistência, verdadeiramente, humanizada e diferenciada,num contexto (obrigatoriamente) multi e interdisciplinar.
Estou seguro que, e porque a conheço de "outras andanças" na área da saúde (embora quase certo de que não se lembrará de mim), que nos honrará com um ministério de elevado nível.
Façamos pois, em conjunto e porque todos são necessários para a dinamização dos cuidados (médicos, enfermeiros, psicólogos, auxiliares, paramédicos,terapêutas, serviço social....), desta sua acção um dos ex-libris da política social e sanitária deste país, que tarda em sair da cauda da Europa. Arregacemos as mangas e....ao trabalho que o tempo urge e a população clama.
Já agora, Srª Ministra, não deixe que se continuem a tratar os profissionais de saúde como uns meninos e meninas (claro)rabinos/as, meios inconscientes das suas tarefas, controlando-os e aterrorizando-os, com atitudes verdadeiramente cripto-estalinistas (dedómetros, câmaras, controleiros...). Varra essas medidas repressivas e verá que a motivação regressará em força.
Como diz o Diácono "não havia necessidade".Deixem-nos trabalhar livremente e de forma criativa, e todos agradecerão.
Parabéns pela sua nomação e aceite os meus mais calorosos cumprimentos (porque já há muito que não nos vemos e um beijinho seria, porventura, desadequado).
Muitas Felicidades
Manuel Domingos (Neuropsicólogo e Psicólogo Clínico), um (velho) defensor da Saúde Integrada ao seu dispor.
PS - espero, dentro de dias, escrever-lhe de novo para (de forma singela e humilde, mas firme) lhe "falar" um pouco dessa epidemia silenciosa que são os milhares de pacientes que, vítimas de compromissos encefálicos causadores de alterações cognitivas, emocionais e da personalidade,não têm - entre nós (salvo raras excepções) - uma assistência condigna e que lhes permita reintegrar o seu meio bio-psico-social e profissional em condições, tão próximas quanto possível, do pré-mórbido. É lamentável vê-los partir para Cuba e outros destinos, quando entre nós há técnicos capazes de fazer o mesmo ou melhor (sem desprimor para os nossos colegas de outras bandas).
Há provas de que por aqui também se faz trabalho útil e certo. Dados não faltam.
Mais uma vez, as minhas respeitosas saudações.
Estou seguro que, e porque a conheço de "outras andanças" na área da saúde (embora quase certo de que não se lembrará de mim), que nos honrará com um ministério de elevado nível.
Façamos pois, em conjunto e porque todos são necessários para a dinamização dos cuidados (médicos, enfermeiros, psicólogos, auxiliares, paramédicos,terapêutas, serviço social....), desta sua acção um dos ex-libris da política social e sanitária deste país, que tarda em sair da cauda da Europa. Arregacemos as mangas e....ao trabalho que o tempo urge e a população clama.
Já agora, Srª Ministra, não deixe que se continuem a tratar os profissionais de saúde como uns meninos e meninas (claro)rabinos/as, meios inconscientes das suas tarefas, controlando-os e aterrorizando-os, com atitudes verdadeiramente cripto-estalinistas (dedómetros, câmaras, controleiros...). Varra essas medidas repressivas e verá que a motivação regressará em força.
Como diz o Diácono "não havia necessidade".Deixem-nos trabalhar livremente e de forma criativa, e todos agradecerão.
Parabéns pela sua nomação e aceite os meus mais calorosos cumprimentos (porque já há muito que não nos vemos e um beijinho seria, porventura, desadequado).
Muitas Felicidades
Manuel Domingos (Neuropsicólogo e Psicólogo Clínico), um (velho) defensor da Saúde Integrada ao seu dispor.
PS - espero, dentro de dias, escrever-lhe de novo para (de forma singela e humilde, mas firme) lhe "falar" um pouco dessa epidemia silenciosa que são os milhares de pacientes que, vítimas de compromissos encefálicos causadores de alterações cognitivas, emocionais e da personalidade,não têm - entre nós (salvo raras excepções) - uma assistência condigna e que lhes permita reintegrar o seu meio bio-psico-social e profissional em condições, tão próximas quanto possível, do pré-mórbido. É lamentável vê-los partir para Cuba e outros destinos, quando entre nós há técnicos capazes de fazer o mesmo ou melhor (sem desprimor para os nossos colegas de outras bandas).
Há provas de que por aqui também se faz trabalho útil e certo. Dados não faltam.
Mais uma vez, as minhas respeitosas saudações.
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